As cores da bandeira americana encheram de energia e vibração o quartinho preparado para o Antônio. O berço torneado deu um charme especial a este projeto, trabalhado com muito carinho. É pra ti, Antônio!
sexta-feira, setembro 09, 2011
segunda-feira, setembro 05, 2011
Carrinho de boneca
Um mimo preparado para as bonecas da mimosa Sofia. A mamãe reutilizou os tecidos utilizados no protetores de berço e nos pediu almofadinhas para as cadeiras de vime e um colchãozinho para o carrinho de bonecas. Taí, Sofi! Com direito a travesseiro e cobertorzinho. Os bichinhos da Oficina aprovaram!
sexta-feira, setembro 02, 2011
Um quartinho muito alegre
Saindo um pouco dos beges, preferencia de nove entre dez mamães, este quartinho vai arrasar! O Antônio vai ganhar um colorido alegre e divertido, e esperamos que se reflita na sua personalidade. As cores branco, vermelho e azul, em várias estampas e mix de poás e xadrez, fazem a diferença. O projeto ainda está no "forno", mas já está trazendo colorido novo ao nosso ateliê. Vai ficar lindo!
Capa de galão de água: Ovelhinha
Os galões de água mineral são imprescindíveis, mas que não são bonitos, é incontestável. Por isso, este novo ítem tem sido muito utilizado. Esta encomenda é para uma adoradora das ovelhas. Ana Cândida é criadora e nos pediu esta capa com uma fofa ovelhinha de laço de fita no pescoço. Taí! Ficou um mimo, Ana!
quarta-feira, agosto 24, 2011
Cheiro de Primavera no ar ...
Os dias continuam frios, "de renguear cusco" como dizemos aqui nos pampas, mas as flores insistem em seguir seu ciclo. Os primeiros brotos já começam a aparecer... mas aqui na oficina a primavera já chegou.
Flores
(Titãs)
(Composição: Tony Bellotto / Sérgio Britto / Charles Gavin / Paulo Miklos)
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
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